Encontre-nos no Facebook
Siga-nos no Twitter
Nosso Canal no YouTube

Saúde Viver na Mídia

Sombra e salada fresca

 

Summertime/and the livin' is easy/Fish are jumpin'/And the cotton is high
Your daddy's rich/And your mamma's good lookin'/So hush little baby/Don't you cry(...)
George e Ira Gershiwn

Não é tão fácil viver o verão, sobretudo nos centros urbanos. Uso São Paulo como exemplo: a impressão que tenho é que, de modo geral, não estamos preparados para nenhum extremo. Frio ou quente.

Dormir, com calor, fica complicado. Segundo os especialistas, aliás, quando a temperatura passa dos 27ºC, o cérebro não consegue descansar, porque fica focado em manter a temperatura do corpo. Daí é complicado adormecer... Leia mais aqui..

O apetite também pode sofrer alterações, fica menos tolerante. Embora boa parte dos brasileiros não resista à combinação de feijoada e caipirinha, mesmo com a temperatura nas alturas, é fato que no calorão muita gente tem “preguiça” de encarar pratos mais encorpados, pesados. Não por acaso, as saladas são fortes candidatas a assumir o posto de prato principal da refeição. E aqui chegamos ao ponto de hoje.

Com a ajuda das repórteres Priscila Zuini e Thamyê Bloes, que conversaram com várias nutricionistas, vamos fazer uma salada mista de informações a respeito desse prato. A ideia é ajudar a identificar quais ingredientes, juntos, resultam em refeições realmente saudáveis – e assim fugir de bombas calóricas ou falsamente nutritivas. A equação básica é fibras e vitaminas + carboidratos + proteínas + gorduras.

Como tornar uma salada mais nutritiva?
- prestar atenção nas quantidades: carboidratos em excesso podem destruir o valor nutritivo ao tornar a salada mais pesada e calórica. Azeite também deve ser usado com moderação, por causa da gordura
- sal demais causa retenção de líquido, inchaço e indisposição
- enriqueça o prato com ingredientes como a quinoa, as sementes de linhaça, queijo cottage etc.
- como tempero, prefira azeite, vinagre balsâmico, ervas e sucos de frutas (limão, laranja, tangerina)
- as nozes e o mel (fonte de carboidrato, mas calórico) também podem incrementar os pratos
- passe longe de temperos prontos e maionese. Prefira molhos a base de iogurte
- o shoyu deve ser evitado por causa do alto teor de sódio

O que não pode faltar?
- vegetais: fontes de vitaminas, minerais e fibras, de preferência folhosos (rúcula, alface, agrião, almeirão, espinafre, etc.)
- outros vegetais: tomate, cenoura, beterraba, milho, pepino, couve-flor, repolho roxo ou branco, brócoli
- carboidratos: batata, mandioquinha ou massas (ex.: tipo parafuso), além de croutons ou outro tipo de pão cortado em rodelas e temperado com orégano e azeite
- proteínas: carnes frias (ex.: lagarto, músculo), atum, queijos (minas, mussarela de búfala), ovos de codorna, feijões (soja, fradinho, branco), kani kama, etc;
- se gostar de misturar doce com salgado, abuse das frutas: figo, abacaxi, manga, kiwi, carambola, morango, pêra, maçã, laranja ou até abacate (fica muito bom temperado em saladas, com sal e limão).
- a fonte de gordura deve ser, preferencialmente, o azeite. Mas parte dela estará também embutida nos alimentos protéicos


Nutricionistas consultadas: Katia Gavranich de Camargo, Lívia Mendes (Saúde Viver - Consultoria e Assessoria) e Solange de Oliveira Saavedra (Gerente Técnica do Conselho Regional de Nutricionistas SP)


Fonte: Portal Veja São Paulo (link original)


 
Outras notícias: